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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Maria Flor tem Reserva Natural

Novidade. Palavrinha mágica para  nossos ouvidos femininos. Na loja Maria Flor o espaço está repleto de roupas e acessórios bacanérrimos, que acabaram de chegar. A super atração mais recente é a marca Reserva Natural, aquela de algodão cheiroso e confortável,  que dura uma eternidade. Mas, não se preocupe com preço, a Iramara consegue valor  bem justo para tamanha qualidade de seus produtos. Abaixo, uma pequena demonstração da última tendência da moda mostrada pela própria Ira. A coleção está divina.  Vale a pena conferir. O endereço? Avenida Edgar Vieira, 402 (também conhecida como Rua 1), Boa Esperança - ao lado da Cianinha. Fone: 3028. 7092. E-mail: sac_mariaflor@globo.com. 










terça-feira, 5 de abril de 2011

Simplicidade é tudo!

Liliane Coelho. O nome é tão especial quanto a dona. Hoje, senti vontade de compartilhar com você um pouco da sensibilidade, modo de viver e sentir desta mãe e publicitária única, no trecho do texto que segue abaixo. Ainda neste blog vou mostrar mais desta família linda (me aguardem Cris e Gleida). Lili, você é daquelas pessoas que gosto e admiro muito!



“Paro para pensar nas pessoas que mais gosto e admiro nessa vida e, boa parte delas se preocupa sim com a aparência, mas ela é apenas um convite para todo o resto que existe. Elas gostam sim de uma casa bonita, mas se preocupam mais em que ela seja acolhedora, um lugar em que os amigos sintam-se em casa também. Elas valorizam o trabalho e a profissão, mas fazem isso mais por amor do que pelo título que exibem na plaquinha da porta do escritório. Gostam sim de viajar, mas não procuram o destino nos catálogos de moda das agências de viagens, mas dentro de si mesmas, perguntando-se: "qual desses lugares se parece mais comigo?". Engraçado, mas as pessoas mais bonitas que conheço passam pouco tempo em frente ao espelho. Elas têm muito mais o que fazer. E fazem as coisas com o coração, querendo sempre SER mais ao invés de TER sempre mais”-

Liliane Coelho – 17 janeiro 2010 (blog redatora quando escreve)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Baú do tempo - UFMT

Eram idos de 1992, tinha acabado de passar no vestibular de Radialismo da UFMT. Eis que Nicélio Silva me flagra num dia friozinho. Parece que foi agorinha. Tempo difícil em muitos sentidos e maravilhoso em outros. Bom reviver. Faz parte do álbum 4.0 em 2011.

O tempo

                                                                           Foto: Pedro Augusto

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!

Quando de vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é natal...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e

inútil das horas...

Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...

E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.

Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.

A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais

voltará. - Mário Quintana

domingo, 3 de abril de 2011

Vida na ótica de Clarice Lispector

                                                   
"A vida serve é para se morrer dela"- Clarice Lispector

Relojoeiro Julemar, uma história de superação


Julemar Neres Batista, 43 anos, é relojoeiro em Cuiabá, mineiro de nascimento e Mato-grossense de coração. Pai biológico de uma menina de 20 anos e afetivo de duas sobrinhas, de 12 e 14 anos, órfãs de pai. A vida de Julemar é marcada por superação. Aos três anos, uma injeção errada o deixou sem andar até os sete. Deficiência moderada que não o impediu de ser um dos relojoeiros com a maior clientela de Cuiabá.

Julemar é calmo e sereno, jeito típico de quem passa horas e horas fazendo um trabalho meticuloso. Aos 14 anos ele fez uma troca com um colega do Parque do Lago, onde mora até hoje, e ganhou um relógio estragado. Foi sua estreia no mundo misterioso das pequenas peças de relógio, primeiro passo para desenvolver suas próprias ferramentas e ganhar uma profissão. Contou com o incentivo do “Seo Francisco”, um vizinho relojoeiro que o presenteou com um livro de peças e fabricantes de relógios. “Aí comecei a estudar por conta”, relembra.

Desde 1998 Julemar tem sua relojoaria de consertos no Shopping Goiabeiras e acredita ter consertado ao menos dez mil unidades. Mas, um certo desânimo o ronda. “Não conseguimos mais mão-de-obra e a falta de acessórios é um problema muito sério”, lamenta.

Julemar até pensa em mudar de profissão (ainda vai demorar um pouco), mas vai continuar em ramo parecido. Ele tem uma empresa de revestimento de metais e realiza banho de ródio e folheamento em bijuterias, além de restauração de peças de igreja.

Outro entrave é a quantidade de relógios em sua loja esperando os donos, estimada em duas mil peças, o que gera prejuízo duplo.

Precisando do trabalho de Julemar, basta ligar para os telefones 8403.1086 e 9992.8727. Ele sempre vai recebê-lo com a paciência e competência costumeiras.

                                        A rotina de Julemar é um quebra-cabeça
        
Texto e fotos: Creuza Medeiros


sábado, 2 de abril de 2011

Disseram para fazer

                        "Existe gente demais fazendo somente o que lhes disseram para fazer"- Ansel Adams