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sexta-feira, 3 de abril de 2015

MissTee, a mais nova fofura de Cuiabá

A carinha mostra: são duas meninas, mas a competência, dedicação, criatividade e empreendedorismo comprovam o amadurecimento de Maria Carolina Mancin e Ana Gory. Elas acabam de inaugurar a sede própria da MissTee, num canto especial da cidade: no casarão histórico da Galeria Hélio Palma, na Avenida Marechal Deodoro.


É tudo muito gracinha. A qualidade das camisetas femininas pensadas e produzidas pela dupla ganha destaque. É a oportunidade de adquirir uma peça personalizada de fato, e o melhor, a preço bem justo. As empreendedoras tem veia forte para negócios, atendem inclusive lojistas interessados em desenvolver linha própria de camisetas. Não falei? Elas são feras!


Tive o prazer de conhecer a dupla numa das edições da Feirinha da 24 (muito orgulho pra nós organizadores), primeira exposição pública da  marca, e agora tenho a alegria de ver a evolução consistente da MissTee. Cuiabá vive intensa movimentação dos jovens criativos, acendendo um facho de luz poderoso quanto ao presente e futuro.




Motivo extra pra visitar a MissTee é a dupla Carol e da Ana, simpáticas, centradas e educadíssimas. Pra completar, o vizinho da MissTee é o Bistrô Vitta, da Cilene Márcia e da filhota Hiasmyn Lorraine. Sabor aliado à moda autoral de bom gosto, pedida e tanto!


Minha primeira peça MissTee











É neste Casarão a morada da MissTee...






E no Casarão tem o sabor dos deuses e simpatia das meninas do Bistrô Vitta, Cilene e Hiasmyn..





Serviço: A MissTee fica na Avenida Marechal Deodoro, 1.580, Cuiabá, Galeria Hélio Palma.
Fone: 8433.7783.

Facebook: Miss Tee

quinta-feira, 2 de abril de 2015

O Haiti mora aqui!

O Filme Haiti - Fierté des Nègres - de Ekesio Cruz, da UFMT, foi um momento de comunhão entre o haitianos que vivem em Cuiabá, sua história e os muitos admiradores conquistados na cidade "quente", como foi amplamente abordado no vídeo.

O que me atraiu para ver o documentário foi, especialmente, a admiração pelo engajamento da amiga e quase socióloga Olga Lustosa com os  haitianos, desde o primeiro a colocar os pés em Cuiabá na época da Copa foi abraçado por ela. Olga se apaixonou pela causa. Hoje dedica seus finais de semana pra conversar com cada um, e olhá-los em suas necessidades individuais e coletivas. 

"Estamos envolvidos no projeto de convivência carinhosa com os irmãos Haitianos. São muitos vivendo em Cuiabá e esperando o seu sorriso de acolhimento, seu abraço", conclama Olga.

Assistir ao documentário do Keko sobre um pouco da cultura dos haitianos preencheu minha alma de alegria, admiração e entusiasmo. Que belo sorriso eles tem! Que gingado! Que jeito leve de ser! Percebi nos olhos de cada um energia vibrante, uma vontade grandiosa de crescimento pessoal e profissional. 

Além da poesia do momento, fiquei tocada por saber que os haitianos ainda são invisíveis para boa parte de Cuiabá e que eles precisam de suporte, seja afetivo ou material. E mais uma vez constatei que a música une os povos, com os haitianos em Cuiabá não é diferente. O hip hop contagiante do Asid deu a pista. E digo: bem vindos, irmãos haitianos, o calor de Cuiabá também serve pra estreitar laços eternos, e vocês já construíram muitos deles. E muitos outros nasceram ontem!






































terça-feira, 31 de março de 2015

Dez anos: “Família Brasilis” encanta público cuiabano



  
O verão cuiabano foi fechado com calor humano extra, com as vozes harmoniosas do Trio Brasilis, aniversariante em 2015, e que emocionou os cuiabanos com as músicas mais tocadas por Deize Águena, Rusivel de Jesus e Juliane Grisólia nos dez anos de carreira. O nome do grupo é Trio Brasilis, mas a amizade, harmonia e cumplicidade dos três músicos cuiabanos os tornam, na prática,  a “Família Brasilis”.

O aniversário de Cuiabá foi celebrado logo no início, com a música Canção Pra Terra, de autoria do cuiabano Maurício Detoni. “Minha Terra de beleza, de ouro e flor, de cascatas, céu azul, nosso Senhor, traz o peixe Cuiabá e Paraguai, vem das matas desvendar os Pantanais”. Essa música é considerada o hino de Cuiabá na atualidade.

Uno Imagens

Não bastasse a letra tocante, o trio entrou cantando lindamente, surgindo do teatro e não do palco, logo ali o público sentiu novidade no ar. Os olhos dos convidados passearam pelo espaço, como se as vozes tivessem vindo do Céu, foi um momento arrebatador, de pura emoção.



Os convidados da noite foram Tony Maia (sopro), Rodrigo Rocha (surdo) e Laercio Honorato (bateria), que deram um show de competência.

“Sensibilidade na escolha do repertório, rica interpretação, vozes incríveis, cenário lúdico, talento e carinho junto e misturado, um presente para quem teve o prazer de ver e ouvir. Foi apaixonante”, comemora a advogada Vanessa Novais. E por falar em vozes incríveis, palmas para Cristiane Puertas, a profissional responsável pelo preparo vocal do Trio.


Vanessa não foi a única a se encantar. O que mais se ouvia no teatro, nos dois dias do show foi: “Ave Maria, como está lindo”; “Como o trio caprichou no repertório”; “Arrasaram”, etc.. Além das exclamações maravilhadas, era nítida a emoção do público, evidenciada nas palmas efusivas. Foi um show carregado de emoção, intenso e poético. “O Trio Brasilis multiplica o Bem com sua música”,  bem disse o jornalista e músico Raoni Ricci.



Produção – Além do show na interpretação das músicas e a apresentação de uma música autoral do Rusivel de Jesus (momento sublime), o capricho da produção  foi elogiadíssima, as palmas vão para Karina Figueiredo, que cuidou da direção, produção e iluminação, tudo impecável.

Uno Imagens

Destaque para os vídeos exibidos. Antes mesmo de começar, o público se emocionou com os depoimentos amorosos do trio, onde cada um falou da importância do grupo e a representação do amigo na vida dele. Pra completar, foram ouvidas as pessoas mais presentes diretamente na vida de Deize, Rusivel e Juliane nessa década, como a cantora Vera Capilé. Passagens engraçadas da história deram o tom, o fato dos três serem confundidos como pai, mãe e filha foi a “cereja” do bolo, arrancou boas gargalhadas.



Sustentabilidade deu o tom da decoração, com mais de uma centena de caixotes de feira espalhados no palco, por serem cuiabanos, era como se o espetáculo fosse na própria Feira do Porto. Tudo com sofisticação, religiosidade e cuiabanidade nos mínimos detalhes, a maioria das peças foi do Armazém da Creuza, loja focada em artesanato autoral cuiabano. O cenário foi cuidadosamente montado por Fernanda Solon, que também deixou as divas Deize Águena e Juliane Grisólia ainda mais poderosas, com maquiagens realçando a beleza das cuiabanas.

Até no figurino houve o cuidado de valorizar a moda autoral cuiabana. As roupas das meninas do Trio Brasilis, Deize e Juliane, foram criadas e confeccionadas pela estilista cuiabana, Savana Leão, e Studio F2, da dupla Diego Fernando e Francieli Dancini. As fotos para eternizar o evento foram dos fotógrafos Rildo Amorim e Uno Imagens.

Uno Imagens

Uno Imagens

Uno Imagens
Mamãe da Deize Águena e mana prestigiando



Qual é o balanço de tudo? “Estou ainda em êxtase com a nossa festa, com o carinho da plateia”, confidencia Deize Águena.

Cultura musical ampla é a palavra, música brasileira de qualidade tem público cativo em Cuiabá é a certeza. E a maior de todas as conclusões após o show do Trio Brasilis: “Senhor Divino, não existe nada igual do que viver entre Chapada e Pantanal”...









E depois do show, os fãs correram para o abraço fraterno, com o coração repleto de gratidão e afeto..

Álvaro Monteiro ficou encantado com a performance da Ju Grisólia

Reencontros históricos

Cuiabania reunida

A cantora cuiabana Vera Capilé comemorou o aniversário no show do Brasilis

Orgulho de ter participado desse momento histórico na vida do Brasilis

Por: Jornalista Creuza Medeiros